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terça-feira, 20 de janeiro de 2009

Guerra Santa - Que lado tomar?

Publicada por Kawaii

Neste segundo post do nosso blog decidimos abordar um outro tema que no ínicio do mês de Janeiro foi notícia permanente de abertura em todos os telejornais e periódicos: O conflito de Gaza.

Esta situação causou as mais diversas críticas por parte da opinião pública, desde o julgamento a Israel por este ter invadido Gaza de forma "impetuosa" e consequentemente ter causado uma crise humanitária de dimensões alarmantes num dos locais mais populosos do planeta. Por outro lado temos os defensores de Israel que dizem que este apenas exerceu o seu direito de defesa. Terá respondido de forma severa, mas necessária de forma a defender a sua população.

Há várias formas de ver este assunto. E também várias questões que se devem pôr em cima da mesa. Tentaremos responder à principal: Será que os fins justificam os meios? É um pouco arriscado utilizar a palavra "fins" pois na verdade isto nunca terá um fim, pelo menos não tão cedo. É uma guerra que opõe dois povos com um problema: A religião.


Ao contrário do que muita gente possa pensar isto não é uma guerra recente, mas algo que já existe há milhares de anos. Podemos dizer que este território já foi disputado por tudo e todos.

Vamos focar-nos obviamente na altura e nos anos seguintes à criação de Israel. Esta região foi administrada pelo Império Britânico entre 1922-1948. Era uma região habitada tanto por judaicos como por árabes e já aqui havia confrontos. Em 1937 o Império Britânico deu a ideia de dividir a zona em dois estados : um judaico e outro árabe. Ideia essa que não agradou a nenhum dos lados. Mais tarde, em 1948, o Império Britânico abandonou o território pois já não conseguia lidar com o problema do povo e entregou a jurisdição à ONU, que dividiu então a região em duas partes. Nasceu assim o Estado de Israel e a Palestina: Israel aceitou finalmente a divisão. Mas a Palestina decidiu lutar pelos territórios visto que as tropas britânicas tinham deixado a zona. Os dois povos estavam agora frente a frente. Israel tinha já em 1948 uma enorme vantagem sobre os árabes. O seu exército era mais numeroso, estava melhor treinado e melhor equipado. Além disso, Israel tinha o apoio das grandes potências e a simpatia da opinião pública ocidental. De qualquer das formas, os Palestinianos continuaram a guerra. Em Israel defenderam-se e ganharam poderio nuclear para serem temidos, caso contrário os países árabes como o Iraque, Irão, Egipto, Jordânia, Síria, teriam atacado Israel inúmeras vezes.

Depois do dito acordo com a ONU, Israel tinha muito menos território, mas tinha colonatos judeus dentro dos territórios palestinianos, que constituiam algumas "ilhas" de território Judeu. O problema é que os árabes atacavam esses colonatos (o mesmo não acontecia aos colonatos árabes). Mas há uns anos atrás os Judeus apesarem de terem criado uma zona "tampão", decidiram devolver os territórios em troca da paz e do cessar fogo. Apesar de tudo o Hamas não pareceu satisfeito e voltou a mandar rockets para Israel, que por justiça divina tem matado mais árabes que Judeus.




Sobre o território da Palestina, diga-se de passagem que os Judeus sempre ali viveram. Primeiro, como escravos dos Egípcios, os Judeus construiram todo o Egipto. Desde as pirâmides às cidades antigas, tudo edificado com o esforço dos Judeus, assim como em Jerusalém. Os judeus acabaram por ser expulsos e escravizados no seu proprio território pelos Árabes. Nenhum outro povo conseguiu resistir à sua cultura pela força imposta pelos Árabes. Mas os Judeus conseguiram. Eles sim, são os donos legítimos do território de Israel. Pessoalmente, até somos da opinião de que deveriam estes ser os donos de, pelo menos, uma parte de Jerusalém, embora o acordo na ONU tenha sido imposto assim.



Admiramos Israel por ter ignorado a opinião do "mundo" e do seu "politicamente correcto". Se todos os países Ocidentais agissem da mesma maneira podem crer que mais de metade do terrorismo não existia. Loucos? Chamam-nos vocês? É verdade que temos pena dos inocentes, mas ainda alguém acredita que se pode vencer o terrorismo com diplomacia?

Uma das coisas pela qual o "mundo" tem pena e diz ser a favor da Palestina é pela facto de Israel, desde a sua formação, ter vindo a absorver território. Agora imaginem que esta situação se passava entre Portugal e Espanha, e que Portugal iniciava sempre as agressões, apesar de ser patético em termos militares comparado à potência que continua a teimar chatear (neste caso Espanha) com ataques terroristas e chacina de civis, e que apesar de ser invadido e acalmado uma vez e outra, continua a jurar a morte de todos os espanhóis e a total aniquilação do estado espanhol como meta para a vitória final.


Tirando a divisão feita pela Nações Unidas, que podem também julgar ser injusta, Israel foi sempre ganhando terreno "a pedido" dos seus agressores. Os árabes sempre tentaram destruir o estado judaico. Se de facto isso tivesse acontecido estavam todos em "paz" e não tinham que se chatear a ver todos os dias notícias sobre o conflito no médio oriente pela televisão. Claro que os israelitas não estavam dispostos a isso e superaram os árabes numa guerra que estes iniciaram.

Odeia-se Israel porque Israel sobreviveu, porque Israel é mais forte e organizado do que aqueles fanáticos terroristas.
Actualmente a questão já nem é ser contra a cedência de território, é mais uma atitude contra a existência de Israel. Se os dois países estão em "tréguas" e os Palestinianos se lembram de as terminar lançando rockets, é óbvio que Israel tem de tomar uma atitude drástica, que na minha opinião, já devia ter sido tomada há muito mais tempo. Com este conflito até pode morrer muito gente, mas imaginem quanta gente morreria nos próximos anos se nada tivesse sido feito? A verdade é que a Palestina começou uma guerra que não pode vencer... e já começou faz anos. Aqueles que são visto pela Comunidade Internacional neste momento como vítimas, são os maiores responsáveis por esta guerra.

A solução para este problema não é politicamente correcta.

Se está a pensar vir de férias para estes lados, embora não muito recomendado nesta altura, é bom que saiba umas coisas:

Palavras básicas:

Ken / Sim
Chaver / Amigo
Bevakasha / Por favor
Toda / Obrigado
Al lo davar / De nada
Slikha / Desculpa
Ani mitsita-er / Sinto muito
Layla tov / Boa noite
Boker tov / Bom Dia
Erev tov / Boa Tarde

Algumas frases:

ata medaber anglit? / Você fala inglês?
mishehu po medaber anglit? / Alguém aqui fala inglês?
ani medaber rak ketsat ivrit / Só falo um bocado de hebraico.
ma shimkha? / Qual é o seu nome?
shemi Filipe / Chamo-me Filipe
ma shelomkha? / Tudo bem consigo?
ani beseder, toda / Bem, obrigado
na-im me-od lehakir otkha / Prazer em conhecer-te
ani lo mevin / Não entendo.
ma amarta? / O que você disse?
efshar ledaber yoter le-at? / Você poderia falar mais devagar?
ani mevin bediyuk / Entendo perfeitamente.
Bilui Naim / Que te saia tudo bem
Kamah Zeh O'leh? / Quanto custa?


O que comer:

A comida Israelita é muito variada e sofre influências das culinárias ocidentais portanto não vai ter dificuldade em comer neste País, contudo pode provar o CusCuz Israelita




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