A gripe suína é uma gripe causada pelas estirpes de vírus da gripe, chamadas vírus da gripe porcina, que habitualmente infectam porcos. Este vírus é comum em porcos da região centro-oeste dos Estados Unidos da América (e ocasionalmente noutros estados), no México, Canadá, América do Sul, Europa, Quénia, China Continental, Taiwan, Japão e outras partes da Ásia Oriental.
A transmissão de gripe suína de porcos a humanos não é comum e carne de porco correctamente cozinhada não coloca risco de infecção. Quando transmitido, o vírus nem sempre causa gripe humana, e muitas vezes o único sinal de infecção é a presença de anticorpos no sangue, detectáveis apenas por testes laboratoriais. Embora raramente, as pessoas que trabalham com porcos, em especial quem está sujeito a uma exposição intensa, correm o risco de apanhar gripe suína. No entanto, apenas 50 transmissões desse género foram registadas desde meados do século XX, quando a identificação de subtipos de gripe se tornou possível. Em seres humanos, os sintomas de gripe suína são semelhantes aos da gripe e síndroma gripal em geral, nomeadamente arrepios, febre, garganta dorida, dores musculares, dor de cabeça forte, tosse, fraqueza e desconforto geral.
Este recente surto de gripe suína, inicialmente designado como Gripe Mexicana, é um surto de uma variante de gripe suína, cujos primeiros casos ocorreram no México em meados do mês de Março de 2009. Veio a espalhar-se pelo mundo, tendo começado pela América do Norte, atingindo pouco tempo depois a Europa e a Oceania. O vírus foi identificado como Influenza A subtipo H1N1, uma variante nova da gripe suína para a qual não existe uma vacina. Ele contém ADN típico de vírus aviários, suínos e humanos, incluindo elementos dos vírus suínos europeus e asiáticos. Os sintomas da doença são o aparecimento repentino de febre, tosse, dor de cabeça intensa, dores musculares e nas articulações, irritação nos olhos e fluxo nasal.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou no dia 25 de Abril que a epidemia é um caso de "emergência na saúde pública internacional", significando que os países em todo o mundo deverão acentuar a vigilância em relação à propagação do vírus. No dia 27 de Abril, a mesma organização elevou o nível de alerta pandémico para 4 (sendo a escala de 1 a 6), o que significa que se verifica transmissão pessoa a pessoa, com risco de surtos localizados. Dois dias depois, no dia 29, a OMS eleva para 5 o nível de alerta, o que significa que há a transmissão da doença entre pessoas em pelo menos dois países com um risco de pandemia iminente.
A contaminação dá-se da mesma forma que a gripe comum, por via aérea, contacto directo com o infectado (através das mãos) ou indirecto, com objetos contaminados. Não há contaminação pelo consumo de carne ou produtos suínos. Cozinhar a carne de porco a 70 graus Celsius destrói quaisquer microorganismos patogênicos. Não foram identificados animais (porcos) doentes no local da epidemia (México). Trata-se, possivelmente, de um vírus mutante, com material genético das gripes humana, aviária e suína. Existe uma vacina para os porcos, porém ainda não se descobriu uma que possa ser utilizada pelos humanos. A vacina destinada à prevenção da gripe "convencional" oferece pouca ou nenhuma proteção contra o vírus H1N1. O Japão anunciou que pretende desenvolver uma vacina eficaz.
Também no Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC, na sigla em inglês) estão a investigar formas de tratamento. O Instituto Butantan, em São Paulo, está a colaborar com a Organização Mundial de Saúde numa pesquisa para elaborar uma vacina preventiva contra a gripe suína e tem previsão de finalizar o processo dentro de quatro a seis meses.

O México (de nome oficial Estados Unidos Mexicanos) é um país situado na parte sul da América do Norte. Para além do território continental e das ilhas adjacentes à costa, o México inclui também as Ilhas Revillagigedo, localizadas no Oceano Pacífico, a mais de 400 km a sul do Cabo San Lucas, na Baja California Sur.
Capital: Cidade do México

Apesar de haver alguns indícios arqueológicos que sugerem a ocupação humana do México desde há mais de 20 000 anos, a primeira prova sólida desta ocupação tem origem em dois locais de caça no norte da Bacia do México. Segundo as evidências encontradas, estes caçadores-recolectores alimentavam-se de mamutes e outros animais.
Ainda que muitas cidades-estado, reinos e impérios competiram uns com os outros por poder e prestígio, pode-se dizer que o México teve quatro civilizações principais e unificadoras: a olmeca, teotihuacan, a tolteca e a mexica. Estas quatro civilizações estenderam a sua influência por todo o México – e para além deste - como nenhuma outra. Consolidaram poder e influenciaram o comércio, arte, política, tecnologia e teologia. Outras potências regionais fizeram alianças políticas e económicas com estas quatro civilizações ao longo de 4000 anos. Muitas foram as que entraram em guerra com elas. Mas todas elas se viram dentro destas quatro esferas de influência.
Em 1519, as civilizações nativas do México foram invadidas pela Espanha. Francisco Hernandez de Córdoba, descobridor do Iucatão, explorou as costa do sul do México em 1517, seguido por Juan de Grijalva em 1518. O mais importante dos conquistadores foi Hernan Cortés, que entrou no país em 1519, a partir de uma vila nativa costeira que ele rebaptizou de Puerto de la Villa Rica de Vera Cruz (hoje a cidade de Veracruz).

Contrariamente ao que geralmente se pensa, a Espanha não conquistou a totalidade do México em 1521, e passariam ainda dois séculos antes que tal sucedesse, havendo durante esse período rebeliões, ataques e guerras continuadas por parte de outros povos nativos contra os espanhóis.
A constituição mexicana de 1917 criou uma república federal presidencialista com separação de poderes entre ramos executivo, legislativo e judicial separados. Historicamente, o executivo é o ramo dominante, com o poder investido no presidente, que promulga e executa as leis emanadas do parlamento, o congresso federal, ou Congreso de la Unión.
O Congresso tem vindo a desempenhar um papel de importância crescente desde 1997, quando os partidos da oposição pela primeira vez conquistaram ganhos importantes. O presidente também legisla por decreto executivo em certos campos económicos e financeiros, usando poderes delegados pelo Congresso. O presidente é eleito por sufrágio universal para mandatos de 6 anos e não pode voltar a exercer o cargo. Não existe vice-presidente; no caso de demissão ou de morte do presidente, um presidente provisório é eleito pelo Congresso.
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Curiosidades:
- A economia do México baseia-se no comércio, na indústria, na agricultura e na exploração mineira.
- No dia 16 de Setembro comemora-se a independência do México, sendo esta data Feriado Nacional.
- O México é o mais populoso país de língua espanhola do Mundo.
- Os mexicanos colocam pimenta em quase todos os alimentos incluindo frutos e doces. Lá existem até batatas fritas "Cheetos" de pimenta.
- Ninguém utiliza copo para beber cerveja no México.
- O Verão no méxico é extremamente chuvoso, não havendo se quer um pingo de água no Inverno.
- A Cidade do México, capital, é considerada uma das cidades mais poluídas do planeta.
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LINKS RELACIONADOS:
Receitas culinárias Mexicanas -> http://www.webbusca.com.br/culinaria/cozinha_mexicana.htm
Site Oficial do México (Várias Línguas) -> http://www.visitmexico.com/wb2/
Vídeo de Informações sobre a Gripe Suína -> http://www.youtube.com/watch?v=i2KyPKaW61M
Inquérito sobre a Gripe Suína (Os Contemporâneos) -> http://www.youtube.com/watch?v=i2KyPKaW61M
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ANEDOTAS MEXICANAS:
(Sombrero são aqueles típicos chapéus mexicanos de abas largas).
O mexicano foi entrando, com chapelão e esporas, pela igreja adentro. As velhinhas todas iam-lhe chamando a atenção: - El sombrero, señor! - El sombrero, señor! Chegando perto do altar, o mexicano subiu os degraus, tirou o chapéu e disse: - Cumplaciendo a inumerables peticiones, voy a cantar el bolero de mi autoria y Panchito, " El Sombrero".

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